SER SOL, SER FAROL, SER LUZ

terça-feira, 11 de maio de 2021

ALDAIR E MARIA EDUARDA - 3V01- ATV. INTERDISC. HUMANAS

"Surge ao longe a estrela prometida/ Que a luz sobre nós quer espalhar/ Quando ela ocultar-se no horizonte/ Há de o sol nossos feitos lumiar" Ao longe surgiu a nossa bela terra, cheia de encantos e belezas naturais, herdeiras de muitas histórias e povoada por pessoas de diferentes etnias. Terra cheia de encantos e magia que inspira os poetas e os sonhadores. Terra das muitas belezas naturais e construídas pelo homem. Terra nossa. Nosso berço e nossa morada. Que os seus filhos nunca percam os sonhos e a esperança! Disciplina: Área de Humanas. Objetivo: Conhecer a História do Estado do Espírito Santo.  Professores: Geraldo, Jeande, Fabrícia e Jérssica. Que saibamos valorizar a nossa história!  Que não percamos o foco! Bons estudos, nobres alunos!


UMA VIAGEM PELO ESPÍRITO SANTO

Os Aspectos: histórico, Social, Econômico, Mitos, Religião 


Vasco Coutinho desembarcou na capitania em dia 23 de maio de 1535, na atual Prainha, em Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.

Para colonizar a terra, Vasco Coutinho dividiu a capitania em sesmarias – terras abandonadas e que, a partir da inclusão deste sistema, deveriam ser cultivadas, fomentando a agricultura e a produtividade. Esses “lotes” foram distribuídos entre os 60 colonizadores que vieram com ele.

Em Vila Velha, os portugueses sofriam constantes ataques dos índios Tupis que habitavam a região. Em 1549, Vasco Coutinho procurou um lugar mais seguro e escolheu a ilha montanhosa onde fundou um novo núcleo com o nome de Vila Nova do Espírito Santo, atual Vitória. A partir de então, a primeira vila passou a ser chamada de Vila Velha.

Em seus 25 anos como donatário, Vasco Coutinho realizou obras importantes. Além da construção das duas vilas, ergueu as duas primeiras igrejas locais: a do Rosário, fundada em 1551 (a mais antiga do Brasil em atividade) e a de São João, ambas em Vila Velha.

Em 1558, a vinda do frei Pedro Palácios resultaria na fundação do principal monumento religioso do Estado: o Convento da Penha, em Vila Velha, uma homenagem a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo.

Os Aspectos Sociais

 

Um dos traços mais marcantes do Espírito Santo, como sabemos, é a sua formação múltipla, multifacetada, em função das inúmeras etnias que se encontram na base de sua história e de sua configuração como Estado.


Nesse momento, assumir a diversidade, portanto, é assumir a sua própria condição de existência, a sua história e as suas heranças, a sua maneira de ser, de pensar e de agir e, obviamente, as suas contradições que são, no fundo, a mola propulsora que impulsiona o indivíduo e as comunidades a transformarem e a recriarem os seus valores e o seu universo simbólico, a partir de linguagens e manifestações culturais das mais diversas origens e matizes.


A miscigenação, aliás, foi vista muitas vezes ora como a degradação da raça, ora como o maior exemplo da democracia racial; e os povos nativos ora foram considerados selvagens em seu estado natural, ora seres especiais dotados de uma enorme quantidade de futuro, por parte dos chamados países civilizados. Esse processo histórico foi o fundamento da criação da nossa identidade nacional.

Hoje a “geleia geral” é o nosso traço distintivo, o nosso orgulho, o nosso valor cultural maior.

Num mundo globalizado, no qual prevalece o poder econômico em todas as suas ramificações, é imprescindível e necessário criar mecanismos de defesa da diversidade humana e cultural, fonte da beleza e criatividade, e do prazer de se viver em sociedade.

 

Aspectos Econômicos

 A economia do Espírito Santo é baseada principalmente nas atividades portuárias, de exportação e importação (maior do país) e está indo muito bem na indústria de celulose e de rochas ornamentais (mármore e granito) (maior do mundo), na celulose(fibra) (maior do país), extraída dos pinheiros de eucalipto, na exploração de petróleo (2° maior) e gás natural (maior do país), além da diversificada agricultura, principalmente do plantio do café (segundo maior).

Seus extensos recursos naturais e seu grande potencial foram explorados somente após a década de 1950, pois o estado foi abandonado para servir de barreira natural, por causa da densa floresta e pelas altas montanhas do estado para conter possíveis invasões estrangeiras que almejassem chegar ao ouro das Minas Gerais. O estado somente voltou a ser efetivamente povoado com a introdução do café, mas só começou a crescer com a industrialização que começou na década de 1940.


A economia do estado se vê em uma fase de grande crescimento que se deve, principalmente, à ampliação da agricultura e do turismo, e da descoberta de imensas jazidas de petróleo e gás natural, e também que só nos últimos anos o estado passou a explorar seu grande potencial econômico, com a implantação da indústrias de rochas ornamentais, sendo que o estado é o maior produtor de mármore e granito do mundo, e também pela implantação da empresa Aracruz Celulose.

As principais culturas agrícolas são: arrozcafé (das mais importantes do país, tanto que o município de São Gabriel da Palha determina para o resto do país a cotação diária do café Conilon no mercado), feijão, frutas (bananamaracujámamão), milho. Na pecuária, gado de corte e leiteiro. 


No litoral sul a descoberta de petróleo deve impulsionar a economia do estado, que até 2008 terá a segunda maior produção de petróleo do Brasil, os municípios litorâneos como Presidente KennedyItapemirim e Marataízes terão crescimento econômico e social com índices muito altos e se tornarão os municípios com maior PIB per capita do estado.

 O Mito e a Religião

 O mito proporciona um conhecimento que explica o mundo a partir da ação de entidades - ou seja, forças, energias, criaturas, personagens - que estão além do mundo natural, que o transcendem, que são sobrenaturais. Assim como o mito, a religião, ou melhor, as religiões também apresentam uma explicação sobrenatural para o mundo. Desde os primórdios da sua existência, os seres humanos sempre procuraram maneiras de explicar os fenômenos que se manifestam no mundo. Assim, desenvolveram diferentes maneiras de explicar o mundo a sua volta, criando diferentes formas de conhecimentos tais como os mitos, as religiões e a filosofia. Vejamos as especificidades deles:





Os mitos constituem como uma das primeiras formas de conhecimento desenvolvidas pelos homens para explicar os fenômenos naturais e humanos em geral. Baseiam-se, necessariamente, na capacidade dos indivíduos de acreditar em elementos que fantasiam a realidade, ou seja, a alegoria é o elemento a partir do qual o mundo é interpretado pelos mitos. Entre os gregos, por exemplo, fundou-se uma mitologia muito consistente em torno das obras Ilíada e Odisseia, do poeta Homero. Entre os indígenas brasileiros existe uma mitologia muito rica que explica a origem do povo, do mundo, os fenômenos naturais, etc.·

 

Filosofia  como uma forma de conhecimento paralela aos mitos e às religiões. Suas explicações baseiam-se, essencialmente, na utilização do raciocínio como fonte de interpretação dos fenômenos do universo. Diferentemente dos mitos e das religiões, o conhecimento filosófico não é definitivo, pois sua validade é determinada pela não contradição das suas explicações. Assim, o conhecimento filosófico é um saber sempre em construção.


As religiões constituem-se como uma segunda forma de conhecimento, cujo fundamento explicativo dos fenômenos baseia-se no exercício da fé. Esta, por sua vez, pode ser definida como um “acreditar profundo” em coisas que não dependem de comprovações que se submetam a dados empíricos (baseados nos cinco sentidos) ou racionais.

 

 

Assim, ao acreditar que o profeta Maomé subiu ao céu em um cavalo alado, ou que Deus criou o mundo, não se pretende que as pessoas procurem provas que se submetam às comprovações que submetemos as demais coisas, como por exemplo, aquelas baseadas na ciência.

Em relação aos mitos, as religiões caracterizam por uma maior complexidade das suas crenças, contando, na maioria das vezes, com sacerdotes, templos e livros sagrados.

 ATIVIDADE PRÁTICA

 Ø  Produção de diário de bordo ilustrativo com colagem de imagens e produção de desenhos sobre Os aspectos: histórico, social, econômico mito e religião.

Ø  Registrar as principais fatores mais importantes, através de desenhos ou recortes de figuras de revistas e jornais.

Ø  Utilizar folha A4

Ø   Em seguida Faça um vídeo de apresentação desses aspectos do Espírito Santo falando sobre as imagens e desenhos que criou.

Ø  Tempo mínimo do vídeo:  2 minutos.

Ø  Formato: MP4

 OBS: Essa (atividade prática) são para os alunos que têm acesso a internet e ao Google sala de aula. E quem não tem internet entregar a produção dos desenhos na escola.

 ATIVIDADES

1. Vasco Coutinho desembarcou na capitania em dia 23 de maio de 1535, na atual Prainha, em Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Pensando nisso crie um desenho ilustrativo sobre a chegada de Vasco Coutinho no Espírito Santo.

2. A religião cristã católica apresentou desde o início da colonização portuguesa do Espírito Santo, tradições de influência constante em nossa sociedade.

 Descreva nomes de alguns tipos de religiões que você conhece inclusive a sua e da sua família.

3. De acordo com o texto e com o que você estudou até aqui, recorte e cole imagens de pessoas com a mistura dos costumes indígenas, europeus e africanos que contribuíram para a formação da rica cultura do Espírito Santo.

4. Sobre as atividades econômicas desenvolvidas no estado do Espírito Santo crie um desenho de algum tipo de plantação em seguida escreva o que você colocou no seu desenho como por exemplo; café, cana- de-açúcar etc...

 5. Marque um X na imagem que representa Vasco Coutinho desembarcando na capitania em dia 23 de maio de 1535, na atual Prainha, em Vila Velha.

   A- (       )  


              B- (        )    

 

C- (        )  


 6. Pinte a imagem que representa diversidade cultural e de seus desdobramentos políticos e sociais, que pressupõem o respeito pelo outro e pelo diferente e a inserção de economias emergentes no cenário mundial.                                                    

                                                                                                                        


   A) Diversidade cultural 
                          

                                                                        B) Ovelha

 7. Encontre no diagrama as palavras retiradas do texto! As palavras deste caça palavras estão escondidas na horizontal, vertical e diagonal, sem palavras ao contrário.

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·         FILOSOFIA        ·         FÉ          ·         LIVROS      ·         MITOLOGIA     ·         MITOS        ·         POVO                ·         RELIGIÕES       ·         SACERDOTES   

  ·   SAGRADOS     ·         TEMPLOS          ·         ÍNDIOS             ·         SAGRADOS        ·         TEMPLOS             ÍNDIOS


8. Procure em jornais/revistas, sobre um mito que você tenha curiosidade de conhecer, se quiser pode fazer uma ilustração também!

Doce poesia se espalha no ar
Como notas de músicas floridas
A vida está a sorrir e a declamar
Os versos em pétalas coloridas.
MSc. Maria Nazaré Ribon Silva

quarta-feira, 5 de maio de 2021

OTÁVIO - 8M01 E JACKSON -8V01 - ATV. INTERDISC. LINGUAGEM

A grandeza do Homem está na capacidade de evoluir e se adaptar. Somos conhecedores da História da colonização de nosso País. Infelizmente para os povos, que aqui vivam, a ações do homem branco quase os dizimara completamente. No entanto, em alguns estados, como o Espírito Santo ainda existem comunidades indígenas, principalmente na região de Aracruz. Devido ao contato com estes povos, a nossa língua recebeu muitas palavras, assim, como pratos da nossa culinária e o uso de remédios naturais. Disciplinas: Área de Linguagem. Objetivos: Estudar os conteúdos das diferentes disciplinas de maneira interdisciplinar. Professores: Giuvanilde, Mariana, Fabiana, Jocélia, Joir e Flávia. Que não percamos o foco. Bom estudo, nobres alunos! 

TEXTO I

Povos indígenas no Espírito Santo

No Espírito Santo, existem duas etnias, os povos indígenas Tupinikim e Guarani Mbya. Ambos situam-se em Aracruz, município localizado no litoral norte do estado e distante da capital Vitória cerca de 83 quilômetros.

A presença dos povos Tupinikim no estado é anterior à chegada d s europeus ao Brasil. Denominados de Tupinikin, Margaiás, Tuaya ou Tupiniguin, esses índios habitavam uma faixa de terra litorânea compreendida entre Cama u e o rio Cricaré ou São Mateus, abrangendo, portanto, terras da Bahia e do Espírito Santo. Entretanto, a ocupação das terras atualmente restringe-se apenas ao município de Aracruz.

Desde os primórdios da colonização da capitania do Espírito Santo, ocorreram lutas entre índios e portugueses. Em 1535, há relatos de que o donatári Vasco Fernandes Coutinho teria enfrentado os indígenas a partir da edificação de Vila Velha. Os índios contrários ao projeto colonial refugiaram-se na Mata Atlântica, de onde investiam contra os núcleos coloniais seus moradores.

Além disso, como forma de resistir à colonização portuguesa, os Tupinikim, situados próximos ao rio São Mateus, preferiram aliar-se aos franceses ajudando-os a carregar seus navios com pau-brasil. Devido à aliança com os franceses, os índios sofreram severas punições por meio de guerras. Durante a segunda metade do século VI, os Tupinikim estavam reduzidos numericamente, devido à escravização, à destruição das aldeias e à dizimação.

No século XVI, com intuito de evitar a resistência indígena na capitania, os portugueses passaram a promover aldeamentos ao longo do litoral. Nessa época, foram criados os aldeamentos de Reritiba, Iriri, Guarapari e Vitória. … os Tupinikin, originários de Pernambuco, eram uma tribo derivada dos Tupinambás, tendo migrado rumo ao sertão e litoral sul.

No século XVII, os Tupinikim aldeados já haviam perdido seus padrões de cultura, encontrando-se, pois, destribalizados. Em 1617, um grupo de 500 índios sofreu um longo deslocamento a fim de servir como mão-de-obra na região de São Pedro da Aldeia, atual Cabo Frio. No século XVII, os Tupinikim encontravam-se falantes da língua geral e convertidos ao cristianismo.

Durante o século XVII até o início do século XIX, os indígenas do litoral do Espírito Santo passaram a sofrer ataques dos Botocudos, principalmente nas regiões entre os rios Doce e Mucuri. A política indígena do governo imperial promovia ataques de extermínio aos Botocudos, considerados como ameaça à civilização.

Diante desse contexto, os Tupinikim eram submetidos às pressões dos Botocudos que promoviam ataques incessantes às suas regiões e também eram perseguidos pelo governo oficial, pelo fato de serem índios. Nesse ambiente de pressões, os Tupinikim preferiam assumir-se como caboclos, falando a língua nacional e mestiçando-se com intuito de sobreviverem à tamanhas adversidades as quais eram submetidos …

Durante os séculos XIX e XX os Tupinikim viviam incorporados à sociedade nacional. A presença de povos indígenas não era reconhecida oficialmente pelo governo.

No século XX, os povos Tupinikim viviam de maneira esparsa no município de Aracruz. Seus núcleos familiares eram distantes uns dos outros. Sobreviviam principalmente da coleta de mariscos. Alguns índios trabalhavam na cidade exercendo atividades como domésticas, pedreiros, pescadores, carvoeiros, dentre outros.



Texto II -

Heranças culturais indígenas

O cupuaçu, o caju e a farinha de mandioca são algumas das influências culturais indígenas na sociedade brasileira.

Quando pensamos nos primeiros povoadores do Brasil, a chegada dos portugueses nos vem à cabeça. Mas isso está mudando, pois em alguns livros didáticos já temos presente a história dos povoadores indígenas como as primeiras populações que habitaram o território brasileiro.

Do ano de 1500, momento da chegada dos europeus, até os dias atuais, a população indígena diminuiu drasticamente, de três a cinco milhões de índios para, atualmente, segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), 358 mil índios.

Mesmo depois de os povos indígenas terem passado pelo processo de conquista e extermínio, eles nos deixaram diversas práticas culturais. Demonstrar algumas dessas práticas presentes em nossa sociedade será o nosso objetivo neste texto.

Segundo o folclore brasileiro, existia a lenda do curupira (ser habitante das florestas brasileiras), cuja principal atribuição seria proteger animais e plantas. Sempre recorrente nas lendas, o curupira tinha os pés com calcanhares para frente para confundir os caçadores. Conforme o historiador Sérgio Buarque de Holanda, o curupira não existiu, mas os indígenas tinham o hábito de andar para trás, para confundir os europeus e bandeirantes.

A vontade de andar descalço foi outro hábito que herdamos dos indígenas. Geralmente, quando chegamos em casa após um dia inteiro de trabalho ou estudo, a primeira coisa que fazemos é retirar o calçado e ficar certo tempo descalços. Muitas pessoas têm o hábito de sempre andar descalças quando estão em suas casas.

O costume de descansar em redes é outra herança dos povos indígenas. Quase sempre os índios dormem em redes de palha que se encontram dentro de suas ocas (suas habitações nas aldeias).

A culinária brasileira herdou vários hábitos e costumes da cultura indígena, como a utilização da mandioca e seus derivados (farinha de mandioca, beiju, polvilho), o costume de se alimentar com peixes, carne socada no pilão de madeira (conhecida como paçoca) e pratos derivados da caça (como picadinho de jacaré e pato ao tucupi), além do costume de comer frutas (principalmente o cupuaçu, bacuri, graviola, caju, açaí e o buriti).

Além da influência indígena na culinária brasileira, herdamos também a crença nas práticas populares de cura derivadas das plantas. Por isso sempre se recorre ao pó de guaraná, ao boldo, ao óleo de copaíba, à catuaba, à semente de sucupira, entre outros, para curar alguma enfermidade.

A influência cultural indígena na sociedade brasileira não para por aí: a língua portuguesa brasileira também teve influência das línguas indígenas. Várias palavras de origem indígena se encontram em nosso vocabulário cotidiano, como palavras ligadas à flora e à fauna (como abacaxi, caju, mandioca, tatu) e palavras que são utilizadas como nomes próprios (como o parque do Ibirapuera, em São Paulo, que significa, “lugar que já foi mato”, em que “ibira” quer dizer árvore e “puera” tem o sentido de algo que já foi. O rio Tietê em São Paulo também é um nome indígena que significa “rio verdadeiro”).

Os povos indígenas deixaram para a sociedade brasileira uma diversidade cultural que foi importante para a formação da população brasileira.

TEXTO III

Influência da cultura indígena em nossa vida vai de nomes à medicina

Contribuições passam também por hábitos de alimentação e artesanato

É provável que você conheça alguém chamado Ubiratan ou Jacira. Pode ser também Iracema, Tainá, Cauã ou Jandira. Quem vive ou já visitou o Rio de Janeiro, com certeza ouviu falar em Tijuca, Itaipu, Ipanema, Jacarépaguá, Itapeba, Pavuna e/ou Maracanã. Em São Paulo, quem não conhece Itaim, Itaquaquecetuba, Butantã, Piracicaba, Jacareí e Jundiaí? Não importa onde se viva, qualquer brasileiro já teve contato com uma infinidade de palavras de origem indígena, sobretudo da língua tupi-guarani (união entre as tribos tupinambá e guarani), como carioca, jacaré, jabuti, arara, igarapé, capim, guri, caju, maracujá, abacaxi, canoa, pipoca e pereba.

Mas não foi só na língua portuguesa que tivemos influência indígena. Sua herança e contribuição para a formação da cultura brasileira vai além: passa da comida à forma como nos curamos de doenças. Os índios, através de sua forte ligação com a floresta, descobriram nela uma variedade de alimentos, como a mandioca (e suas variações como a farinha, o pirão, a tapioca, o beiju e o mingau), o caju e o guaraná, utilizados até hoje em nossa alimentação. Esse conhecimento das populações indígenas em relação às espécies nativas é fruto de milhares de anos de conhecimento da floresta. Lá, eles experimentaram o cultivo de centenas de espécies como o milho, a batata- doce, o cará, o feijão, o tomate, o amendoim, o tabaco, a abóbora, o abacaxi, o mamão, a erva-mate e o guaraná.

Outro benefício que herdamos da intensa relação dos índios e a floresta é em relação às plantas e ervas medicinais. O conhecimento da flora e das propriedades das plantas os fez utilizá-las nos tratamento de doenças. Por exemplo, a alfavaca que tem função antigripal, diurética e hipotensora, ou o boldo que é digestivo, antitóxico, combate a prisão de ventre e pode ser usado também nas febres intermitentes (que cessam e voltam logo) são descobertas dos índios utilizadas no nosso dia a dia.

O artesanato também não fica de fora. Bolsas trançadas com fios e fibras, enfeites e ornamentos com penas, sementes e escamas de peixe são utilizados em diversas regiões do país, que sequer têm proximidade com uma aldeia indígena.

Cenas de bullying por parte dos colegas e racismo por parte do próprio sistema se reproduzem em escolas de todo o Brasil. Mais de um século após o fim da escravidão, o país que mais Segundo Chang Whan, pesquisadora e curadora do Museu do Índio do Rio de Janeiro, embora nós tenhamos o costume de separar a cultura indígena da cultura brasileira, essa dissociação não está correta. “A cultura brasileira resulta da conjunção de muitas influências culturais, inclusive temos todas essas contribuições dos índios, com a influência na toponímia (nome dos lugares), na onomástica (nomes próprios), na culinária e no tratamento de saúde utilizando as ervas medicinais. Portanto, não devemos fazer essa dissociação”, explica.

Influência da cultura indígena em nossa vida vai de nomes à medicina.


Componente Curricular: Arte

1-No Espírito Santo, existem duas etnias, os povos indígenas tupinikim e guarani mbya. Ambos situam-se em qual cidade de ES?
(A) Linhares
(B) Aracruz
(C) São Mateus
(D) Vitória
O artesanato também não fica de fora. Bolsas trançadas com fios e fibras, enfeites e ornamentos com penas, sementes e escamas de peixe são utilizados em diversas regiões do país, que sequer têm proximidade com uma aldeia indígena. Descubra observando da figuras.


2- De quê são feitos esses artesanatos?
(A) Fios e fibras-penas-sementes-escamas de peixe
(B) Fios e fibras-sementes-penas-escamas de peixe
(C) Escamas de peixe-penas-sementes-fios e fibras
(D) Fios e fibras-escamas de peixe-sementes-penas

Componente Curricular: Educação Física

Questões 3 e 4

Leia o texto e responda às questões 3 e 4.


Questão 3- Além dos jogos, o que mais os indígenas em Aracruz abordam em suas apresentações?

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Questão 4- Qual objetivo dos jogos indígenas de Aracruz e por que a modalidade de natação foi substituída nos jogos de 2019?

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Componente Curricular: Língua Inglesa

5-Ouça a música e faça o que se pede na questão 6.

Listen to the song “ten little indians” (ouça a música “dez indiozinhos”). Faça um vídeo cantando uma estrofe da música.

Caso não tenha acesso à internet, escreva a letra da música em uma folha de caderno ou oficio A4, entregue na escola juntamente com suas outras atividades, contendo nome, série e turma.


Componente Curricular: Língua Portuguesa

Questões 7, 8, 9 e 11.

Questão 7 - Pesquise alguma reportagem interessante sobre a "Cultura Indígena no Espírito Santo" e produza um podcast (arquivo de áudio).
Atenção: Caso não tenha acesso a internet, recorte, de livros ou jornais, uma reportagem sobre o tema e cole em uma folha de caderno ou oficio A4, entregue na escola juntamente com suas outras atividades, contendo nome, série e turma.

Questão 8 - Leia o texto II e preencha os espaços em branco.
A língua _________________ brasileira também teve influência das línguas ___________ . Várias _________________de origem indígena se encontram em nosso cotidiano, como palavras ligadas à __________e à ____________ e palavras que são utilizadas como nomes.

Questão 9 - De acordo com o Texto II, marque a alternativa que preenche as lacunas acima:
(A) indígena, portuguesa, características, dicionário, medicina, culinária, comuns.
(B) portuguesa, indígenas, palavras, vocabulário, flora, fauna, próprios.

Questão 10- Baseando-se no texto II, cite algumas palavras do nosso vocabulário cotidiano que têm origem indígena.____________________________________________________
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Questão 11 - Qual o significado da palavra Piraqueaçu?
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LAIRA, JUSCEMAR E PABLO -1V01 E 1V02 - ATIV. INTERDIS. LINGUAGEM

Somos um povo, somos uma nação, somos Brasil. Brasil das muitas belezas, da miscigenação e das muitas riquezas. Frutos dos muitos povos do índio, no negro e do branco a sua herança cultural é riquíssima desde a alimentação, a arte e os medicamentos.  Cada região, cada estado com suas peculiaridades. Aqui no Espírito Santo não é diferente. Este povo também é herdeiro das riquezas culturais do passado na culinária, na língua, nos esportes etc. Disciplinas: Área de Linguagem. Objetivo: Compreender como se dá a interdisciplinaridade entre uma ou mais matérias. Professores: Mariana, Joir, Flávia, Jocélia e Fabiana. Que não percamos o foco. Parabéns à equipe pela iniciativa. Bom estudo, nobres alunos!

TEXTO I

POVOS INDÍGENAS NO ESPÍRITO SANTO

No Espírito Santo, existem duas etnias, os povos indígenas Tupinikim e Guarani Mbya. Ambos situam-se em Aracruz, município localizado no litoral norte do estado e distante da capital Vitória cerca de 83 quilômetros. A presença dos povos Tupinikim no estado é anterior à chegada dos europeus ao Brasil. Denominados de Tupinikin, Margaiás, Tuaya ou Tupiniguin, esses índios habitavam uma faixa de terra litorânea compreendida entre Camamu e o rio Cricaré ou São Mateus, abrangendo, portanto, terras da Bahia e do Espírito Santo. Entretanto, a ocupação das terras atualmente restringe-se apenas ao município de Aracruz.Desde os primórdios da colonização da capitania do Espírito Santo, ocorreram lutas entre índios e portugueses. Em 1535, há relatos de que o donatário Vasco Fernandes Coutinho teria enfrentado os indígenas a partir da edificação de Vila Velha. Os índios contrários ao projeto colonial refugiaram-se na Mata Atlântica, de onde investiam contra os núcleos coloniais e seus moradores.

Além disso, como forma de resistir à colonização portuguesa, os Tupinikim, situados próximos ao rio São Mateus, preferiram aliar-se aos franceses ajudando-os a carregar seus navios com pau-brasil. Devido à aliança com osfranceses, os índios sofreram severas punições por meio de guerras. Durante a segunda metade do século XVI, osTupinikim estavam reduzidos numericamente, devido à escravização, à destruição das aldeias e à dizimação.

No século XVI, com intuito de evitar a resistência indígena na capitania, os portugueses passaram a promover aldeamentos ao longo do litoral. Nessa época, foram criados os aldeamentos de Reritiba, Iriri, Guarapari e Vitória. … os Tupinikin, originários de Pernambuco, eram uma tribo derivada dos Tupinambás, tendo migrado rumo ao sertão e litoral sul.No século XVII, os Tupinikim aldeados já haviam perdido seus padrões de cultura, encontrando-se, pois, destribalizados. Em 1617, um grupo de 500 índios sofreu um longo deslocamento a fim de servir como mão-de-obra na região de São Pedro da Aldeia, atual Cabo Frio. No século XVII, os Tupinikim encontravam-se falantes da língua geral e convertidos ao cristianismo.

Durante o século XVII até o início do século XIX, os indígenas do litoral do Espírito Santo passaram a sofrer ataques dos Botocudos, principalmente nas regiões entre os rios Doce e Mucuri. A política indígena do governo imperial promovia ataques de extermínio aos Botocudos, considerados como ameaça à civilização. Diante desse contexto, os Tupinikim eram submetidos às pressões dos

Botocudos que promoviam ataques incessantes às suas regiões e também eram perseguidos pelo governo oficial, pelo fato de serem índios. Nesse ambiente de pressões, os Tupinikim preferiam assumir-se como caboclos, falando a língua nacional e mestiçando-se com intuito de sobreviverem à tamanhas adversidades as quais eram submetidos …

Durante os séculos XIX e XX os Tupinikim viviam incorporados à sociedade nacional. A presença de povos indígenas não era reconhecida oficialmente pelo governo.No século XX, os povos Tupinikim viviam de maneira esparsa no município de Aracruz. Seus núcleos familiares eram distantes uns dos outros. Sobreviviam principalmente da coleta de mariscos. Alguns índios trabalhavam na cidade exercendo atividades como domésticas, pedreiros, pescadores, carvoeiros, dentre outros.

TEXTO II


O cupuaçu, o caju e a farinha de mandioca são algumas das influências culturais indígenas na sociedade brasileira. Quando pensamos nos primeiros povoadores do Brasil, a chegada dos portugueses nos vem à cabeça. Mas isso está mudando, pois em alguns livros didáticos já temos presente a história dos povoadores indígenas como as primeiras populações que habitaram o território brasileiro.Do ano de 1500, momento da chegada dos europeus, até os dias atuais, a população indígena diminuiu drasticamente, de três a cinco milhões de índios para, atualmente, segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), 358 mil índios. Mesmo depois de os povos indígenas terem passado pelo processo de conquista e extermínio, eles nos deixaram diversas práticas culturais. Demonstrar algumas dessas práticas presentes em nossa sociedade será o nosso objetivo neste texto.Segundo o folclore brasileiro, existia a lenda do curupira (ser habitante das florestas brasileiras), cuja principal atribuição seria proteger animais e plantas. Sempre recorrente nas lendas, o curupira tinha os pés com calcanhares para frente para confundir os caçadores. Conforme o historiador Sérgio Buarque de Holanda, o curupira não existiu, mas os indígenas tinham o hábito de andar para trás, para confundir os europeus e bandeirantes.

A vontade de andar descalço foi outro hábito que herdamos dos indígenas. Geralmente, quando chegamos em casa após um dia inteiro de trabalho ou estudo, a primeira coisa que fazemos é retirar o calçado e ficar certo tempo descalços. Muitas pessoas têm o hábito de sempre andar descalças quando estão em suas casas. O costume de descansar em redes é outra herança dos povos indígenas. Quase sempre os índios dormem em redes de palha que se encontram dentro de suas ocas (suas habitações nas aldeias).

A culinária brasileira herdou vários hábitos e costumes da cultura indígena, como a utilização da mandioca e seus derivados (farinha de mandioca, beiju, polvilho), o costume de se alimentar com peixes, carne socada no pilão de madeira (conhecida como paçoca) e pratos derivados da caça (como picadinho de jacaré e pato ao tucupi), além do costume de comer frutas (principalmente o

cupuaçu, bacuri, graviola, caju, açaí e o buriti).Além da influência indígena na culinária brasileira, herdamos também a crença nas práticas populares de cura derivadas das plantas. Por isso sempre se recorre ao pó de guaraná, ao boldo, ao óleo de copaíba, à catuaba, à semente de sucupira, entre outros, para curar alguma enfermidade.

A influência cultural indígena na sociedade brasileira não para por aí: a língua portuguesa brasileira também teve influência das línguas indígenas. Várias palavras de origem indígena se encontram em nosso vocabulário cotidiano, como palavras ligadas à flora e à fauna (como abacaxi, caju, mandioca, tatu) e palavras que são utilizadas como nomes próprios (como o parque do Ibirapuera, em São Paulo, que significa, “lugar que já foi mato”, em que “ibira” quer dizer árvore e “puera” tem o sentido de algo que já foi. O rio Tietê em São Paulo também é um nome indígena que significa “rio verdadeiro”).Os povos indígenas deixaram para a sociedade brasileira uma diversidade cultural que foi importante para a formação da população brasileira.

TEXTO III

INFLUÊNCIA DA CULTURA INDÍGENA EM NOSSA VIDA VAI DE NOMES À MEDICINA CONTRIBUIÇÕES PASSAM TAMBÉM POR HÁBITOS DE ALIMENTAÇÃO E ARTESANATO

É provável que você conheça alguém chamado Ubiratan ou Jacira. Pode ser também Iracema, Tainá, Cauã ou Jandira. Quem vive ou já visitou o Rio de Janeiro, com certeza ouviu falar em Tijuca, Itaipu, Ipanema, Jacarépaguá, Itapeba, Pavuna e/ou Maracanã. Em São Paulo, quem não conhece Itaim, Itaquaquecetuba, Butantã, Piracicaba, Jacareí e Jundiaí? Não importa onde se viva, qualquer brasileiro já teve contato com uma infinidade de palavras de origem indígena, sobretudo da língua tupi-guarani (união entre as tribos tupinambá e guarani), como carioca, jacaré, jabuti, arara, igarapé, capim, guri, caju, maracujá, abacaxi, canoa, pipoca e pereba.

Mas não foi só na língua portuguesa que tivemos influência indígena. Sua herança e contribuição para a formação da cultura brasileira vai além: passa da comida à forma como nos curamos de doenças. Os índios, através de sua forte ligação com a floresta, descobriram nela uma variedade de alimentos, como a mandioca (e suas variações como a farinha, o pirão, a tapioca, o beiju e o mingau), o caju e o guaraná, utilizados até hoje em nossa alimentação. Esse conhecimento das populações indígenas em relação às espécies nativas é fruto de milhares de anos de conhecimento da floresta. Lá, eles experimentaram o cultivo de centenas de espécies como o milho, a batata-doce, o cará, o feijão, o tomate, o amendoim, o tabaco, a abóbora, o abacaxi, o mamão, a erva-mate e o guaraná.

Outro benefício que herdamos da intensa relação dos índios e a floresta é em relação às plantas e ervas medicinais. O conhecimento da flora e das propriedades das plantas os fez utilizá-las nos tratamento de doenças. Por exemplo, a alfavaca que tem função antigripal, diurética e hipotensora, ou o boldo que é digestivo, antitóxico, combate a prisão de ventre e pode ser usado também nas febres intermitentes (que cessam e voltam logo) são descobertas dos índios utilizadas no nosso dia a dia.O artesanato também não fica de fora. Bolsas trançadas com fios e fibras, enfeites e ornamentos com penas, sementes e escamas de peixe são utilizados em diversas regiões do país, que sequer têm proximidade com uma aldeia indígena.

Cenas de bullying por parte dos colegas e racismo por parte do próprio sistema se reproduzem em escolas de todo o Brasil. Mais de um século após o fim da escravidão, o país que mais Segundo Chang Whan, pesquisadora e curadora do Museu do Índio do Rio de Janeiro, embora nós tenhamos o costume de separar a cultura indígena da cultura brasileira, essa dissociação não está correta. “A cultura brasileira resulta da conjunção de muitas influências culturais, inclusive temos todas essas contribuições dos índios, com a influência na toponímia (nome dos lugares), na onomástica (nomes

próprios), na culinária e no tratamento de saúde utilizando as ervas medicinais. Portanto, não devemos fazer essa dissociação”, explica.

Influência da cultura indígena em nossa vida vai de nomes à medicina.


ARTE

1) No Espírito Santo, existem tribos com os povos indígenas Tupinikim e Guarani . Ambos situam-se em qual cidade de ES?

a)( )Linhares b)( )Aracruz c)( )São mateus d)( )Vitória

2) O artesanato também não fica de fora. Bolsas trançadas com fios e fibras, enfeites e ornamentos com penas, sementes e escamas de peixe são utilizados em diversas regiões do país, que sequer têm proximidade com uma aldeia indígena. Descubra observando as figuras.

´
De quê são feitos esses artesanatos?
a) Fios e fibras-penas-sementes-escamas de peixe
b) Fios e fibras-sementes-penas-escamas de peixe
c) Escamas de peixe-penas-sementes-fios e fibras
d) Fios e fibras-escamas de peixe-sementes-penas.

EDUCAÇÃO FÍSICA

Leia o texto e responda às questões 3 e 4.


3) Além dos jogos, o que mais os jogos indígenas em Aracruz abordam em suas apresentações?
4) Qual objetivo dos jogos indígenas de Aracruz e por que a modalidade de natação foi substituída nos jogos de 2019?

ATIVIDADES DE INGLÊS

Ouça a música e faça o que se pede :


One little two little
Three little indians
Four little five, little
Six little Indians
Seven little eight, little
Nine little indians, ten little indian boys

Ten little nine, little
Eight little indians
Seven little six, little
Five little indians
Four little three, little
Two little indians
One little indian boy

One, two, three little indians
Four, five, six little indians
Seven, eight, nine little indians
Ten little indian boys

5) Listen to the song “ten little indians” (ouça a música “dez indiozinhos”). Faça um vídeo cantando uma estrofe da música. Os Alunos que tiver Internet acesse o link https://youtu.be/UncNXNH6m78 para ver o vídeo e ouvir a música.

LÍNGUA PORTUGUESA

6) Pesquise alguma reportagem interessante sobre “Cultura Indígena no Espirito Santo” . Recorte, cole e faça em folha de caderno ou oficio A4, entregue na escola juntamente com suas outras atividades, contendo nome, série e turma.
7) Leia o texto II e preencha os espaços em branco com uma das opções abaixo:
A língua _____________ brasileira também teve influência das línguas __________ . Várias ______________de origem indígena se encontram em nosso ____________ cotidiano, como palavras ligadas à ________________e à _______________e palavras que são utilizadas como nomes .
a) indígena-portuguesa-características-dicionário –medicina –culinária -comuns. b)portuguesa-indígenas-palavras-vocabulário-flora – fauna-próprios.

8) Baseando-se no texto II, cite algumas palavras do nosso vocabulário cotidiano que têm origem indígena. ____________________________________________________________
__________________________________________________________________________
9) Qual o significado da palavra Piraqueaçu?______________________________________
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Das terras frias e congeladas
Viestes para enfeitar a vida
Com suas pétalas encarnadas
Delicadas e leves tulipas!
MSc. Maria Nazaré Ribon Silva

ALDAIR - 3V01 -ATIVIDADES AVALIATIVAS

Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvir/Uma voz que me chama eu vou subir/ A montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar. " Subir e acreditar que na vida e nos sonhos que cada um carrega dentro de si. Subir e acreditar que as forças das quais se precisa, estão dentro de cada um. Subir e acreditar que nunca se estar sozinho, pois, por meio da observação, pode-se descobrir que não se está só, quando nos dispomos a seguir em frente na realização dos nossos sonhos. Somos testemunhos de seus esforços para aprender cada mais e, isto é motivo de orgulho para todos os seus professores. Que você jamais perca seu focoQue as estrelas nunca deixem de brilhar para você! Parabéns por ser tão dedicado e assíduo com a sua formação acadêmica! Bons estudos, nobre aluno!


E Sol alegre foi se deitar 
E em sua passagem iluminou
A vida e suas doces belezas
Com rios correndo a correr
E os pássaros a cantar.
MSc. Maria Nazaré Ribon Silva

domingo, 2 de maio de 2021

MARIA EDUARDA - 3V01 - RETORNO - ATIVIDADES

 "E o futuro é uma astronave, que tentamos pilotar./ Não tem tempo, nem piedade, mas tem hora de chegar/ Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar." Não é pelo fato da pessoa não saber como vai ser o seu futuro, que ela vai se acomodar e deixar as coisas acontecerem. É preciso fazer com que o futuro aconteça, cumprindo com a devida formação cognitiva todos os dias. Uma boa leitura e boa música, um bom filme e um bom bate papo com pessoas preparadas podem fazer uma imensa diferença na vida de uma pessoa. Somos testemunhas de seu esforço em querer aprender cada vez mais e, isto é motivo de orgulho para todos os seus professores. Que você não perca o foco em busca da realização de seus sonhos! Parabéns por ser tão dedicada e preocupada com os seus estudos! Bons estudos, nobre aluna.




Exuberante e macia beleza
Lanças suas notas pelos ares
Como música vinda da Natureza
Que encanta todos os olhares.
MSc. Maria Nazaré Ribon Silva

ALDAIR -3V01- RETORNO DAS ATIVIDADES

 "É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz pra poder sorrir. É preciso chuva para florir." Nada vive em paz se não tiver amor e paz e nada sobrevive se não tiver a chuva. O amor e a paz precisam ser plantados nos espíritos dos mais jovens. É preciso diminuir os níveis de poluição para que a chuva seja sempre doce. Se há paz, amor e chuva para que a vida prospere a Humanidade viverá em harmonia. Utopia? Pode ser... Mas se ainda houver corações cheios de amor, a vida prosperará. Que você, Aldair, nunca deixe de acreditar em você. Que você consiga contagiar as pessoas ao seu redor com carisma e, sobretudo, com a esperança de que tudo pode ser melhorado quando se parte para a luta diante das dificuldades. Parabéns por ser este aluno tão dedicado com os seus estudos. Continue sempre! Não perca o foco! Bons estudos!


E o Sol foi dormir,
Em seu colchão de nuvens 
Que em fleches multicoloridos
Enfeitam o seu entardecer.
MSc. Maria Nazaré Ribon Silva